sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tão comum...

Cheguei a conclusão de que talvez eu espere demais, acredite demais, dê chances demais... E até pouco tempo, acreditei de fato que estava dando chances a mim mesma, mas que ingenuidade! Eu só estava era enganando, como se precisasse sempre me convencer de que seus erros eram ações bonitas, coisa de mocinho de filme de hollywood, sab?! Tudo para o bem de nós dois, tudo porque havia um proposito: o final feliz. Engano de garota boba! Não poderia ser mais óbvio aos olhos de todo o mundo, você é como todos os outros, talvez não tenha nada de principe, nem de mocinho. Provavelmente é só mais um garoto comum, com ambições comuns, com sentimentos comuns! E eu preciso mesmo lembrar-lhe que de comum, eu não tenho nada? Você não é mocinho, nem vilão, só é comum demais demais pra viver essa loucura própria que eu conheço como meu mundo, infinitamente singular, quase saturado de coisas comuns, como você!
"Se fazemos diferença, que seja com amor. É ele, sempre ele, que faz a diferença mais linda!" (Ana Jácomo)

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